- Games mais baratos? Senado compra ideia de reduzir imposto de jogos eletrônicos
Proposta de redução drástica – de 72% para 9% – de tributos que incidem sobre games atraiu adesão inédita em petição online. Especialistas defendem que o país tem outras prioridades
Os games estão mesmo em alta. Uma das provas é o sucesso inesperado no site do Senado de uma proposta de origem popular de reduzir de 72% para 9% a carga tributária de jogos eletrônicos no Brasil. A petição, de autoria de um estudante de ensino médio, Kenji Amaral Kikuchi, carioca de 18 anos, foi campeã no histórico de sugestões do portal, com mais de 74 mil adesões – 20 mil delas em 24 horas –, com mais apoio que a requisição do fim do estatuto do desarmamento (60, 7 mil apoios) ou a que sugere a criação do crime de homofobia (52,5 mil).
O êxito foi tão grande que o senador Telmário Mota (PRB-RR) decidiu acolher a matéria, mas fez uma alteração ao redigir um parecer. Ele defende discutir uma possível isenção – alíquota zero – de tributos sobre “consoles e jogos para videogames produzidos no Brasil”
Vale lembrar que os impostos aplicados sobre os games no Brasil são maiores até do que os das armas de fogo. Sem falar que as taxas cobradas estão entre as mais caras do mundo.
, se aprovada, a sugestão de ementa fará com que:
* Todos os games e consoles fiquem quase três vezes mais baratos;
* A pirataria seja reduzida, pois, com os preços menores, “mais pessoas irão optar por comprar um jogo original. E com mais pessoas comprando, a economia cresce, gerando mais dinheiro para o Governo e lojas”.

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